segunda-feira, 27 de outubro de 2008

No Heroics | S01E05 - Origin, Toxic

No Heroics
Série: No Heroics
Episódio: Origin, Toxic
Temporada:
Número do Episódio: 5 (1x05)
Emissora: ITV

Muito hilário como "No Heroics" consegue transformar coisas banais como trabalho, relação familiar e terapia em grupo, em coisas completamente absurdas, mas isso não é ruim, pelo contrário, cada vez mais me envolvo com essa série e tudo o que posso esperar dela é diversão sem compromisso.

Vinte anos no passado, em 1988, Electroclash (Sarah) se arruma toda para uma missão, mas seus pais pegam no seu pé por causa de sua roupa muito sensual, para se vingar ela manda a bateria do carro acabar. Nos dias atuais, Sarah irá receber a visita dos seus pais e para isso se veste como uma vadia só para irritá-los. Na The Fortress ela encontra com Timebomb (Don), She-Force (Jenny) e The Hotness (Alex), que para variar brinca com a sexualidade de Don, achando que ele irá sair para pegar algum cara, mas na verdade está indo a um analista.

SARAH:
- Então, como estou?
JENNY:
- Bom... Está...
DON:
- Como uma vadia sem-teto.

O grupo de análise de Don é cheio de super-heróis problemáticos. Sarah passa uma vergonha com Thundermonkey (Simon), pois ele é fã de infância dos pais dela, especialmente Velvet Veil (Amanda), sua mãe. Rampart (Barry) e Norseman (Dave) se reencontram depois de muito tempo, pois os dois lutaram juntos na Falklands War, mas Sarah fica constrangida em vê-los ali.

Jenny quebra a tampa da copiadora bem na hora em que Gary aparece e se mostra atraído por ela, só que ela aperta muito forte sua mão e depois diz que adora homens com lado fraco, fazendo-o ir embora ressabido.

Rampart e Velvet Veil ficam aliviados em saber que Sarah terminou com Alex, mas ela vendo que eles estão felizes com algo que ela fez, corre até o ex-namorado e pede para ele fingir que estão namorando, mas principalmente que abuse dela com suas mãos safadas.

A analista tenta ajudar Don, que diz todos os seus problemas depressivo, mas heroína, violência e sexo não o anima mais. A analista tenta mudar um pouco de assunto e quando ele diz a ela seu poder, ela sente-se constrangida, assim como os outros integrantes do grupo que ficam observando-o.

Alex e Sarah se mostram mais sensuais para os pais dela, que ficam abismado. Alex começa a ultrapassar um limite que até mesmo Sarah fica constrangida e seu pai sai da mesa ameaçando abrir um novo buraco em Alex caso ele continue daquele jeito.

Jenny continua seu trabalho no escritório, e Gary aparece para conversar com ela, mas para o constrangimento da nossa She-Force, ele começa a fazer um monte de piadinhas preconceituosas envolvendo super-heróis, mas ela é obrigada a rir para não acabar com sua identidade secreta.

GARY:
- Como se faz um herói flutuar? Tire o pé da cabeça dele.

GARY:
- Qual a diferença entre um saco de merda e um herói? O Saco.

Dave e Barry conversam sobre o tempo de glória deles, enquanto Excelsor (Devlin) escuta tudo com muita atenção, mas Alex aparece para tirar Barry do sério. Depois de ser ameaçado furiosamente por Barry, Alex sai, mas Devlin dá uma idéia para Barry, que pergunta a Dave se tem uma farmácia por perto. A maldade envolve laxante e bebida.

Injuriado ao ouvir o problema de um herói com seu ajudante, Don pede para ele criar testículos e agir como homem, deixando-o sem reação.

Sarah continua aumentando todos os problemas de sua vida, mas para a sua surpresa sua mãe não reclama dela estar assim, pois ela está feliz. Alex conversa com Barry, que começa a lhe tratar bem e chega a lhe dá esteróides, para que fique forte e seja notado, mas Devlin observa tudo de longe dando risadinhas. Alex sai com o saquinho com os comprimidos.

Don fica injuriado com a reclamação dos outros heróis, pois um é uma mulher que só reclama, o outro é um duende nervoso e o outro é um preso no armário que precisa transar com o seu ajudante para resolver os problemas. Don pede que a terapia mude para algo sério, como matar uma pessoa por sexo oral barato, e ele logo quer falar sobre sua vida.

Gary continua com suas piadinhas sem graça, mas estando a sós com Jenny, ele lhe mostra que faz parte de um grupo, CHGB (Cape Haters of Great Britain / Odiadores da Capa da Grã-Bretanha), que se junta para falar mal, e até mesmo espancar heróis. Jenny tenta falar que ela é uma heroína, mas quando Gary diz que ela é muito linda, ela prefere agüentar as piadinhas do que se impor pelo seu grupo.

Sarah começa a ter uma conversa séria com Alex, mas sempre que os dois dão um passo para a frente, em seguida voltam uns quinze. Alex começa a ter uma dor de barriga terrível e então corre para o banheiro, sendo observado por Barry e Devlin que riem da situação dele.

Don solta tudo o que sente, como não poder mais ficar feliz em arrancar os dedos de um vilão e fazer ele come-los dentro de uma baguete, mas isso deixa todos do grupo um pouco abalado, fazendo a analista ter de dizer que não pode ajuda-lo. A sorte de Don é que ele soltou tudo o que sentia e pode ficar feliz, assim ele vai embora sem ver que os outros do grupo chegam até a chorar.

Alex chega no banheiro da The Fortress, mas alguém não sai de lá e ele acaba se cagando inteiro. Do lado de fora Devlin e Barry riem da situação e Sarah fica nervosa com aquilo, mas quando ela começa a insultar o pai Simon entra no meio e acaba sendo humilhado por ela. Barry tenta conversar com ela, mas nem mesmo Amanda dá um jeito, e para se vingar Sarah manda a bateria do carro dos pais acabar novamente.

Gary chama Jenny para jantar e depois uns coquetéis, mas um armário cai em cima de um funcionário da empresa e ela é obrigada a se mostrar para ele. Gary diz que ela é uma escória e cospe no chão, deixando-a sem graça.

Por fim os quatro se juntam no The Fortress e discutem quem teve o pior dia, mas parece que a caganeira do Alex saiu ganhando. Quando Sarah conta que Amanda acha que ela e Alex se amam, Don e Jenny não fazem cara de chocados como ela esperava e ainda saem deixando os pombinhos conversando, mas sem entender o que houve.

Uma nota 8,5 para uma série britânica, que continua mostrando que o país do velho continente consegue trabalhar com humor como ninguém, e mesmo usando palavrões a série não se torna pejorativa e ofensiva. Na verdade se torna, mas quem se importa? Eu só quero é rir das trapalhadas que Alex e companhia fazem.

Abraços e até o próximo episódio comentado.

Dan Artimos

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Equipe Episódios Comentados.

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